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Guia de iscas de superfície para a pesca de predadores na primavera e verão

Saiba como escolher e trabalhar os melhores modelos de superfície para fisgar tucunarés, traíras, robalos e outras espécies nas estações mais quentes.

Por Redação Pescaverso · 27/09/2026 · Brasil · 2 min de leitura

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Foto ilustrativa: Diogo Luiz · CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

Com a chegada dos meses mais quentes, de setembro a março, a temperatura da água sobe e a atividade dos peixes predadores aumenta no Brasil. Segundo o portal Pescaria S/A, esse período de primavera e verão é ideal para a utilização de iscas de superfície, que proporcionam ataques visuais e emocionantes nas áreas mais rasas.

Para obter bons resultados, é preciso adaptar a escolha da isca para cada espécie de peixe. As traíras, por exemplo, habitam locais com muita vegetação e exigem o uso de frogs ocos, que não enroscam nas plantas aquáticas. O trabalho de recolhimento lento com pausas longas costuma ser o mais eficiente para despertar o ataque desse predador.

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Estratégias para peixes de grande porte

Para os grandes trairões da Amazônia ou o trairão tornasol, o uso de zaras e sticks grandes, de 120 a 140 mm, é altamente recomendado. De acordo com a Pescaria S/A, o pescador deve realizar movimentos amplos para simular uma presa em dificuldade, além de utilizar equipamentos reforçados, como linhas acima de 60 libras e empates de aço para resistir à forte dentição do peixe.

Tucunarés e robalos na superfície

O tucunaré é o grande símbolo da pesca de superfície. Modelos de hélice de até 140 mm são imbatíveis para o tucunaré-açu na Amazônia, mas em dias de sol forte ou alta pressão de pesca, zaras e sticks menores podem funcionar melhor. Já para os robalos peva e flecha em ambientes estuarinos, a recomendação é usar zaras e sticks pequenos, de 70 a 100 mm, trabalhados com bastante delicadeza e rapidez.

Dicas para o black bass

O black bass também se torna muito ativo na superfície durante a primavera. Os poppers de 70 a 100 mm funcionam muito bem em locais sombreados e nas margens dos reservatórios. No período de pós-desova, as iscas conhecidas como prop baits, que possuem hélices, ajudam a atrair os maiores exemplares que caçam próximos às margens.

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